sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O Cara!

"Decisão judicial não se discute, se consulta o Lula."

Hugo-a-go-go, leitor do blog do Noblat

terça-feira, 17 de novembro de 2009

hunfsts...

By Humberto

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Um Cordel para Geisy


UMA BURCA PARA GEISY
By Miguezim de Princesa

Quando Geisy apareceu
Balançando o mucumbu
Na Faculdade Uniban,
Foi o maior sururu:
Teve reza e ladainha;
Não sabia que uma calcinha
Causava tanto rebu.
II
Trajava um mini-vestido,
Arrochado e cor de rosa;
Perfumada de extrato,
Toda ancha e toda prosa,
Pensou que estava abafando
E ia ter rapaz gritando:
"Arrocha a tampa, gostosa!"
III
Mas Geisy se enganou,
O paulista é acanhado:
Quando vê lance de perna,
Fica logo indignado.
Os motivos eu não sei,
Mas pra passeata gay
Vai todo mundo animado!
IV
Ainda na escadaria,
Só se ouvia a estudantada
Dando urros, dando gritos,
Colérica e indignada
Como quem vai para a luta,
Chamando-a de prostituta
E de mulherzinha safada.
V
Geisy ficou acuada,
No canto, triste a chorar,
Procurou um agasalho
Para cobrir o lugar,
Quando um rapaz inocente
Disse: "oh troço mais indecente,
Acho que vou desmaiar!"

VI
A Faculdade Uniban,
Que está em último lugar
Nas provas que o MEC faz,
Quis logo se destacar:
Decidiu no mesmo instante
Expulsar a estudante
Do seu quadro regular.
VII
Totalmente escorraçada,
Sem ter mais onde estudar,
Geisy precisa de ajuda
Para a vida retomar,
Mas na novela das oito
É um tal de molhar biscoito
E ninguém pra reclamar.
VIII
O fato repercutiu
De Paris até Omã.
Soube que Ahmadinejad
Festejou lá no Irã,
Foi uma festa de arromba
Com direito a carro-bomba
Da milícia Talibã.
IX
E o rico Osama Bin Laden,
Agradecendo a Alá,
Nas montanhas cazaquistãs
Onde foi se homiziar
Com uma cigana turca,
Mandou fazer uma burca
Para a brasileira usar.
X
Fica pra Geisy a lição
Desse poeta matuto:
Proteja seu bom guardado
Da cólera dos impolutos,
Guarde bem o tacacá
E só resolva mostrar
A quem gosta do produto.

Foi bom pra você?


A BorghiErh/Lowe aproveitou a repercussão do apagão que atingiu na noite de terça-feira, dia 10, grande parte dos Estados do Brasil e criou um anúncio para K-Y, linha de Lubrificantes da Johnson & Johnson.
É o primeiro trabalho da agência para o cliente, conquistado em outubro de 2009.
A peça foi veiculada na Folha de S.Paulo com o título: “Apagão. Foi bom para você?”
Assinam a criação Myla Verzola e Fernanda Salloum, sob direção de José Henrique Borghi, Erh Ray e Fernando Nobre. Atendimento de Priscilla Carvalho e Celia Muraca. Aprovação pelo cliente de Eduardo Siqueira.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O apagão elétrico e as eleições de 2010




Três linhas transmissoras de energia elétrica se desligam na região da divisa entre Paraná e São Paulo e eis que temos um apagão.

Você, leitor, pode ter sido, infelizmente, vítima dele. O blecaute afetou 18 estados brasileiros. Pela primeira vez Itaipu apagou totalmente. Até mesmo o Paraguai ficou sem luz.

Como em qualquer blecaute, os prejuízos surgiram. Os menores foram perdas de alimentos que necessitavam de resfriamento e diminuição das vendas de estabelecimentos comerciais. Os maiores, e piores, foram problemas no abastecimento de água, paralisação de transportes públicos como trens e metrôs e até assaltos e mortes.

No Rio de Janeiro, por exemplo, bandidos aproveitaram o apagão para promover arrastões. No mesmo Rio, que vem sangrando dia após dia, há a suspeita de que três pessoas teriam morrido, no Hospital Carlos Chagas, por conta de uma falha no gerador que, não compensando a falta de energia, fez com que os aparelhos do hospital ficassem desligados. Uma barbaridade.

Pois bem. E quais são as consequências políticas deste apagão? É o que se perguntará logo qualquer pessoa mais interessada na política nacional. E assim são os leitores do Perspectiva. Portanto, busquemos respostas.

O governo, obviamente, se prejudica, afinal, esse tipo de problema sempre remete a falhas de gestão.

A Ministra Dilma Rousseff se prejudica duplamente. Ela faz parte do governo e foi, por um bom tempo, Ministra das Minas e Energia, ou seja, a responsável pelo setor que apresentou defeitos graves.

Para completar o prejuízo de Dilma, a má sorte surge. Há apenas duas semanas - vejam só - a Ministra afirmou: “Nós também temos uma outra certeza, que não vai ter apagão, é que nós hoje voltamos a fazer planejamento”.
O que dizer agora?

Dito isso, chegamos à conclusão de que o governo e a candidatura de Dilma Rousseff sofreram um revés inquestionável no que diz respeito a este apagão.
Porém, perdura outra questão: Qual a intensidade deste prejuízo? E mais uma: Até que ponto o apagão influirá em 2010?

Este blogueiro que vos fala, particularmente, não crê em um prejuízo enorme. Pelo menos não se nada parecido com um apagão ocorrer em um futuro próximo. Em suma, haveria prejuízo de imagem, mas contornável e pequeno.

Acontece que outros não pensam assim. Existem aqueles que entendem que o apagão comprova a incompetência da Ministra e que, portanto, poderá ser uma forte arma para a oposição em 2010. Alguns destes são leitores deste blog e deixaram esta opinião expressa nos comentários. Outros destes são parte da própria oposição.

José Serra, por exemplo, afirmou que o apagão mostra a vulnerabilidade do sistema de distribuição de energia no País. Dilma, ao invés de rebater, calou-se. Talvez seja realmente melhor politicamente para a Ministra não comentar, afinal, isso pode aumentar a identificação dela com a falha.
Por outro lado, moralmente, ela nos deve, sim, uma satisfação, afinal, afirmou recentemente que apagões não ocorreriam mais.


Do outro lado do ringue, os governistas dizem que houve apagão, sim, mas que no governo Fernando Henrique foi pior. Recorrendo à batida, mas bem-sucedida, polarização, os governistas fazem questão de lembrar os problemas ocorridos na gestão tucana.

Acontece que com Fernando Henrique Cardoso o problema era de geração de energia. Faltava água nos reservatórios das hidrelétricas. Em resumo, a natureza tinha grande parcela de culpa. Dessa vez, o erro ocorreu na transmissão, há energia. A falha é técnica e nada mais, apesar dos ditos investimentos maciços governamentais na área. Portanto, o problema de agora é mais pontual e causou menos transtornos, porém, é mais difícil de ser explicado.



A coisa piora para o governo quando o atual Ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, afirma: “Esse é um episódio que, Deus queira, não acontecerá novamente”. Ora, Ministro, Deus tem coisas mais importantes para resolver. É o governo, e especificamente o seu Ministério, que devem tomar as devidas providências. Esperar as intervenções divinas não é aconselhável nem de longe.

Para completar o cenário, surge o estudo da CIA que afirma que apagões anteriores brasileiros podem ter sido obras de hackers que teriam invadido o sistema controlador da distribuição de energia nacional. O governo americano teria usado esse exemplo, inclusive, para provar que é importante que o país se precaveja contra o terrorismo cibernético.

No fim das contas, é fato que está mais do que comprovado que o sistema brasileiro é extremamente vulnerável e que o governo, se realmente já fez alguma coisa como diz, precisa fazer muito mais. Muito mais mesmo.

Sobre a integração entre o caso do apagão e as eleições de 2010, o peso do episódio na corrida presidencial vai depender de quanto a população vai compreender que o problema tem relação estreita com uma possível falha da Ministra Dilma Rousseff.

Se essa compreensão se espalhar, o apagão pode ser realmente forte arma da oposição. Porém, creio pouco nesta hipótese, embora algumas frases geniais da oposição que unem o apagão e Dilma já tenham surgido, como a do líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), que disse:
Dizem que Lula elege até poste. Será que elege poste apagado?”

A ver.




Com Charges de Amarildo, Amorim, Heringer, Sponholz, Clayton, Frank, Humberto JC, Ique e Thiago Rechia

Sexta feira 13: a bruxa está solta.


'Homem-Aranha' é preso após agredir homem em Hollywood.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Micro Repórter


A Repórter da Rede Record, Venina Nunes invade entrevista ao vivo da repórter Camila Bomfim, da Globonews e tenta entrevistar secretario de Minas e Energia Márcio Zimmermann na marra.
Clique aqui pra ver o vídeo da falta de ética.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Micro Ministro

“É um micro incidente dentro de conquistas extraordinárias que o Brasil teve durante sete anos na produção de energia".
Ministro da Justiça Tasso Genro falando sobre o apagão.

Charge by Fraga

Clipe Fantástico


Os canadianos Land of Talk têm um novo (belíssimo, místico e dramático) vídeo clipe, realizado por WeWereMonkeys , para a música "It´s Okay" do disco "Some Are Lakes".

O visual é impressionante.

A idéia foi mostrar a última rainha amazona cavalgando até sua perdição, por entre cenários solitários e tristes, tudo em super slow-motion. Realmente de tirar o fôlego!

Clique em qualquer uma das fotos e embarque nessa viagem.

Tai um clipe que eu gostaria de ter feito.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Cartão Vermelho

Simon anula gol legitmo do Palmeiras e é expulso do Brasileirão.

By Fernandes

É cada macaco no seu galho


O caso da Universidade Bandeirantes entre muitas episódios considerados ultrapassadas, mortos e enterrados ressuscitou também esse antigo e esquecido ditado popular.
Não vou falar da sucessão de erros administrativos cometidos porque o escândalo é assunto de todas as rodas e destaque em todas as mídias.


Vou ressaltar apenas quatro erros na área de comunicação que comprometeram seriamente a imagem da Uniban.
O primeiro foi o conteúdo da nota publicada pela Unibam, muito bem analisada no artigo do jornalista Fernando de Barros e Silva, editor do caderno Brasil da Folha de São Paulo.
No site da Uniban, a empresa se apresenta como “conservadora porque no âmbito educacional preserva, cultiva e mantém, no todo, um rígido código disciplinar, sustentado por valores morais e éticos, fundamentais para que uma estrutura não se desintegre”.



A universidade afirma ainda que a sua missão é “promover a formação integral do indivíduo, por meio da capacitação profissional, da produção e aplicação do conhecimento, da promoção da cultura, do respeito aos valores éticos-morais, através de um processo educativo contínuo de qualidade, voltado para o desenvolvimento da sociedade.”

Não foi isso que se viu: nem na prática, nem na nota oficial publicada.

Segundo erro: a direção da universidade não mediu as conseqüências da publicação de tal nota na edição de domingo dos principais jornais de São Paulo.


O terceiro erro foi a total ausência de uma assessoria de imprensa para gerenciar a crise. Logo a Uniban que ministra os cursos de graduação em Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Comunicação Empresarial , Marketing, e Rádio e TV .

Para torna o enredo mais absurdo vem o quarto
erro fatal: a Uniban entrega função de porta voz a um advogado.

O porta voz atuou dentro dos limites da sua área de conhecimento. Defendeu o aspecto jurídico do caso sem se importar com a imagem da instituição. E partiu para o ataque. Limitou-se a acusar a vítima em defesa do cliente como os bons advogados fazem.

Em
entrevista ao blog do jornalista Josias de Souza, o advogado da reitoria da Uniban, Décio Lencioni Machado, disse que a aluna “sempre gostou de provocar os meninos. O problema não era a roupa, mas a forma de se portar, de falar, de cruzar a perna, de caminhar”.

Perfeito porque para os advogados pouco importa a repercussão negativa na imprensa e opinião publica o importante é absolver seus clientes. Se alguém exagerar na crítica sempre cabe uma ação judicial.



Agora a Unibam comete mais um erro.: está tentando apagar os vídeos da Internet.

De acordo com artigo do site G1, uma equipe de quatro funcionários já trabalha para rastrear os vídeos do YouTube desde quarta-feira (28). Assim que os arquivos são localizados, diz a universidade, os funcionários entram em uma área do próprio site e pedem sua retirada.

O blogueiro que revelou o caso, autor do Boteco Sujo, diz sofrer ameaças.



Na medicina atuam médicos; no mundo jurídico, advogados; na propaganda e no marketing, publicitários; nas assessorias de imprensa e no jornalismo, jornalistas e assim por diante.
Parece obvio, não é?
Não é!
A realidade mostra todos os dias que não funciona desta maneira. O caso da Uniban é um exemplo disso.



Na área da comunicação não se pode trabalhar de orelhada, como diz com muita propriedade o publicitário Pedro Galvão. É preciso estudar (em boas universidades), ser especialista no assunto para prestar bons serviços e administrar crises que comprometam a imagem da empresa com eficiência. As empresas por outro lado devem contratar bons profissionais.

Se a Uniban levar a sério o ditado que intitula esta postagem vai reforçar o seu quadro de advogados para defender-se das inúmeras ações que responderá.

Precisará de um bons consultores para mudar a mentalidade de seus dirigentes, hoje mais curta que o cumprimento do vestido da estudante agredida. E ainda terá que contar com uma boa equipe de marketing, publicitários e jornalistas para juntar os cacos da imagem que levou 15 anos para construir.



Com charges do Amarildo, Marco Aurélio, JBosco, Duke, Jorge Braga, Myrria, Mariano, Paixão, JB, Simon e Passo Fundo.

Resposta


By Sponholz

Começou...

Gazeteiros Federais

By Amorim

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Uniban recua e cancela expulsão da aluna agredida

A Uniban (Universidade Bandeirantes) não resistiu ao linchamento da imprensa mundial e das páginas sociais da internet e a pressão do MEC, UNE, OAB, PROCON, Ministério Público Federal de São Paulo, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Delegacia da Mulher de São Paulo, parlamentares e da maioria da opinião pública do país (mais 82% segundo pesquisa do jornal O Globo.


Depois da polêmica, a Uniban voltou atrás da decisão de expulsar Geisy Arruda, de 20 anos, e resolveu aceitar que ela volte a frequentar a universidade.
A decisão foi anunciada no fim da tarde desta segunda-feira (9), poucas horas depois de o advogado da estudante hostilizada no dia 22 de outubro por ter ido à aula com um vestido curto ter informado à imprensa que procuraria a Justiça nesta terça (10) para pedir o retorno da jovem.

Ministério Público Federal de São Paulo anunciou que instaurou um inquérito civil público para apurar a sindicância feita pela Uniban que resultou na expulsão da estudante Geisy Villa Nova Arruda, de 20 anos, do curso de turismo da universidade. Segundo órgão, o inquérito pretende averiguar se a aluna teve o direito de defesa respeitado.

A expulsão se tornou pública após a instituição publicar anúncio publicitário nos jornais deste domingo (8) e alegar que a jovem cometeu “flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade”.

A jovem foi humilhada e agredida verbalmente pelos estudantes da Uniban no dia 22 de outubro por ter ido à universidade usando roupa curta. Geisy precisou ser escoltada pela polícia e deixou a universidade em meio a xingamentos.
Leia mais aqui, aqui e aqui.

Com charges de Bennete, Dálcio, Frank, M. Jacobesen, e Solda

Pânico na Uniban


Sabrina Sato vai a Uniban tomar satisfações sobre a expulsão da estudante Geisy Arruda por usar um mini vestido. Mais curta do que a saia a Japa vai usar só a mentalidade dos dirigentes.
O CQC também vai.
O pessoal do Casseta & Planeta ainda não confirmou.
É a imagem da Uniban descendo pelo ralo.

20 anos sem o muro de Berlim


Protesto da UNE contra a Uniban?


Não.
É apenas a cidade sul-africana de Johanesburgo quebrando no sábado o recorde de maior desfile de mulheres de biquíni. Ao todo, 1.690 mulheres participaram da parada.

Foto: Alexander Joe/AFP

20 anos sem o muro de Berlim


Tiro (de canhão) no pé ou pagando um King Kong

Expulsão de aluna da Uniban chega à mídia internacional

Com informações dos portais Terra e G1

A informação sobre a expulsão da ex-estudante de turismo da Uniban Geisy Villa Nova Arruda, 20 anos, foi repercutida na mídia internacional neste domingo. Jornais como o americano The New York Times e as publicações do Reino Unido Telegraph e Guardian divulgaram a decisão da universidade de expulsar a estudante, que foi xingada pelos colegas por causa do vestido que usava.

No texto do The New York Times, são destacados detalhes sobre o momento da agressão na universidade e sobre a divulgação de um vídeo no site Youtube com imagens do ocorrido. Além disso, o jornal finaliza o artigo dizendo que "apesar do Brasil ser conhecido pelo seus trajes modestos, especialmente nas cidades de praia, a maioria dos estudantes universitários vai ao campus usando jeans e camisetas".
No Telegraph e Guardian a expulsão da estudante também ganhou destaque. Com o título Estudante brasileira expulsa por usar mini-saia na aula, o Guardian afirma que a universidade acusou a estudante de "posar para fotos e provocar outros estudantes". Já o Telegraph destaca que a universidade disse que a jovem desrespeitou "princípios éticos, a dignidade acadêmica e a moralidade".

A expulsão

Neste final de semana, a Uniban informou, em um anúncio publicitário publicado ter decidido expulsar a aluna da instituição.

No comunicado, o Conselho Superior da Universidade afirmou ter decidido desligar a aluna do quadro de alunos da instituição "em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos da dignidade acadêmica e à moralidade".

A Uniban também suspendeu das atividades acadêmicas temporariamente dos alunos envolvidos e devidamente identificados no incidente de 22 de outubro.

O Ministério da Educação e Cultura diz que "quer saber se aluna teve direito a ampla defesa"

O MEC afirma que pode ser iniciado processo de supervisão da Uniban. A perda da autonomia, no entanto, depende do que for apurado.

A União Nacional dos Estudantes divulgou nota em que repudia expulsão de estudante da Uniban.

A entidade diz que desfecho do caso foi “esdrúxulo”. Em nota, a UNE exige que matrícula da estudante seja mantida.

O assunto é noticia na maioria dos veículos de comunicação do pais e faz a festa no Twitter com frases como “O twitter é proibido na Uniban porque o texto é muito curto.”
Veja novos videos no YouTube sobre o assunto.


Comentário meu:
Quer apostar quanto como a Playboy, a Vip e o Paparazzo já estão em campo.

Galo engole frango e urubu engole galo


Foi o oitavo gol olímpico da carreira de Petkovic.

20 anos sem o muro de Berlim

A versão do impagável Mauricio Ricardo sobre o muro de Berlim.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Parabéns!


Honoráveis Palhaços




A Assembléia Legislativa (do Amapá) acaba de aprovar uma coisa nunca vista: voto de revogação de voto de louvor.
Negócio é o seguinte: No dia 27 passado os deputados aprovaram por unanimidade um voto de louvor ao jornalista e escritor Palmério Dória, autor do livro “Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney”. Aprovaram o voto porque não tinham lido o livro, não sabiam o que estavam votando, não leram a pauta da sessão.
Quando descobriram que ao homenagear o jornalista Palmério Dória estavam melindrando o senador José Sarney, decidiram pela revogação do voto, pelo deslouvor, pela desomenagem.

Os deputados Rui Smith e Camilo Capiberibe, do PSB (AP), em protesto deixaram o plenário.

S. Salvador


Honoráveis Bandidos


Por Raimundo Garrone para o Jornal Pequeno
Comandados pela presidente da Federação dos Estudantes do Maranhão, Ana Paula Ferreira Ribeiro, cerca de 15 “estudantes”, a maioria nomeada por Roberto Costa na Secretaria de Esportes e Juventude, resolveram tumultuar o lançamento do livro Honoráveis Bandidos, na noite desta quarta-feira no Sindicato dos Bancários, jogando ovos e até uma torta para atingir os jornalistas Palmério Dória e Mylton Severiano, autor e co-autor do livro, que traça a tortuosa trajetória do senador José Sarney.

O grupo ainda gritava palavras de ordem e jogava para cima uma cartilha apócrifa com o título “A Navalhada Bandida”, com matérias sobre a operação Navalha, realizada pela Polícia Federal.

A provocação dos estudantes em momento algum pode ser confundida como manifestação democrática, como tentaram fazer entender. Chegaram sem se fazer notar e ocupando uma lateral do auditório do sindicato completamente lotado, de uma hora para outra, quando Mylton Severiano falava sobre o livro, começaram a gritar e jogar ovos e a dita torta.

A reação foi imediata e começou um grande tumulto, com as pessoas entrando em pânico, querendo sair a todo custo do pequeno auditório.

O ex-governador Jackson Lago e a esposa, Clay Lago, estavam presentes na hora da confusão.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Fui!



Mestre Verequete
26 de agosto de 1926 – 02 de novembro de 2009

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Está curioso para ver a Marge Simpson nua?

Aguarde!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Arlete 8.0

Nesta sexta-feira Arlette Pinheiro Esteves da Silva ou melhor, Fernanda Montenegro completa 80 anos com um currículo único no país: 60 anos de teatro e TV, mais de 200 teleteatros, 56 peças, 20 novelas e 16 filmes. Além de acumular uma série de prêmios nacionais e internacionais, como o Urso de Prata, do Festival de Cinema de Berlim.

Fernanda Montenegro é a única brasileira que já recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, pelo filme "Central do Brasil" (1999), de Walter Salles.

"Não vamos ser hipócritas. Eu mereço tudo que eu ganhei. Sou boa no que faço", afirmou recentemente, durante mais uma premiação.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Lançamentos

By Duque para o Portal O Tempo online

Muita calma nessa hora!*

Os políticos e as religiões.


Cinismo clássico é político materialista acompanhando manifestação religiosa. Corto um dedo se a maioria deles não estiver pensando nos votos que o gesto pode render. Pior é que o eleitor praticamente obriga a fazer isso. Se não for corre o risco de ser chamado de “filho do demônio”.
Ao contrario de Belém, o comentário do jornalista Correa Neto não provocou nenhuma polêmica com os políticos do Amapá.

Já em Belém um comentário sobre o tema no blog da jornalista Franssinete Florenzano mexeu com os brios do deputado Vic Pires Franco para surpresa daqueles que acham que esse chapéu não lhe cai bem.

Resultado: a polêmica se espalha pela internet a começar pelo Quinta Emenda, agora pilotado por Marise Morbach, onde o imbróglio já mereceu dois posts.

* Bordão do deputado Luis Anaice no programa Metendo Bronca da RBA.

domingo, 11 de outubro de 2009

Feliz Círio

Imagem original de N.Sra.de Nazaré,
encontrada por Plácido José de Souza, em 1700.
Foi tirada durante a cerimônia do Glória,
quando a imagem desce para ficar mais próxima dos fiéis

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Vazamentos


By Dalcio para o Correio Popular (SP)

A quem interessa

Editorial de O Globo
Ao comparecer ontem ao Senado, o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), da Presidência da República, general Jorge Félix, declarou não ser o MST uma ameaça à sociedade. E que a organização, “como qualquer movimento social, tem seu viés de razão”.

A nação torce para o general ser político, e não ingênuo. Como há em Palácio aliados desta organização especializada em operar na fronteira do paralegal — quando capta recursos públicos por ONGs e similares — e da marginalidade — quando invade e depreda propriedades —, conceda-se que o militar precisa medir palavras para continuar no cargo. Mas, como oficial do ramo da segurança interna, será um risco para o país caso ele não saiba quais os desdobramentos institucionais se o estado de direito democrático não for protegido pelo poder público da ação do MST e seus segmentos semiclandestinos.

O vandalismo praticado por militantes sem terra na fazenda Santo Henrique, em Borebi, São Paulo, é apenas o mais recente. Já houve vários casos do tipo. Apenas, desta vez, o ataque foi filmado e exibido a todos. A imagem de um trator — quem é o dono? De onde vem o dinheiro para combustível e manutenção? — destruindo pés de laranja repete, na essência, depredações de laboratórios de pesquisa agrícola no Sul ou a derrubada, também criminosa, de áreas de eucalipto para a produção de celulose, na Bahia e no Espírito Santo.
Mesmo setores do governo instrumentalizados pelo MST, por meio do aparelhamento, o Ministério de Desenvolvimento Agrário e o Incra, tiveram de criticar a ação de cunho terrorista. Nada aconteceria se o vídeo não fosse ao ar.

A revista “Veja”, em setembro, publicara reportagem de capa com informações detalhadas sobre a enxurrada de dinheiro público destinado ao MST, parte do qual financia as operações violentas e ilegais da organização. Projetou-se luz na malha de entidades laranjas usadas para drenar repasses oficiais e dinheiro do exterior para colocar em ação a máquina das invasões, ocupação de prédios públicos etc.

O governo conseguiu derrubar a proposta de instalação de uma CPI mista (Câmara e Senado) para investigar as sérias e documentadas denúncias da revista.

Com o ataque à fazenda da Cutrale, grande exportador de suco de laranja, importante na estratégia de comércio exterior do próprio governo, o projeto da CPI foi retomado, por meio da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), também presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
Precisa ser criada a comissão, pois o tema não interessa apenas ao produtor rural. Mas a todos que defendem o regime democrático.

Com charges de Elvis,Cícero,Bello, Alecrin e Waldez para a Charge Online

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Mercedes Sosa

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Rodrigo Mendes & Salomão Filho







domingo, 4 de outubro de 2009

“Socialites” quase aos tapas. Na calçada da Braz de Aguiar!

Um almoço para festejar o aniversário de madame das mais estimadas da alta – altíssima – sociedade paraense terminou com duas das socialites convidadas no meio da calçada da avenida Braz de Aguiar, prontas para sentar a pua, para baixar o sarrafo, para meter o cacete - ops! - uma na outra.

As duas, cujas idades, somadas, chegam no mínimo a uns 130 anos – no mínimo –, estavam possuídas de ardores juvenis e só não se estapearam porque a turma do deixa-disso interveio na hora. E as duas deixaram disso.

Ou melhor, deixaram daquilo.

Mas deu trabalho.

E a tensão se espalhou entre todos, inclusive entre os flanelinhas que batem ponto no pedaço.

Foi no Spazzio Verdi.

A briga entre as duas, vejam só, começou por causa de nomes.

Sim, nomes.

Não se trata de nome feio, de palavrão.

Mas de nomes de gente, mesmo. Literalmente.

Uma das convivas socialites, provocadora e indiscreta que só ela, perguntou à outra por que passara a ser mencionada nas colunas sociais com antigo sobrenome, que a dita cuja usou por um tempo, parou depois de se divorciar e agora passou a usar novamente.

A interrogada, a questionada disse que era um direito seu fazer isso, até porque fora casada legítima e legalmente; ao contrário da outra, da interrogadora, que nem casada fora, mas que também usa até hoje sobrenome daquele de quem não foi esposa de papel passado.Toma-te!

Pra quê!

- Eu te quebro a cara. Se não estivéssemos aqui, eu te pegaria. Mas eu te pego lá fora, na saída! – reagiu a interrogadora, aquela primeira, a que provocou, a que puxou o papo indiscreto.

- Na saída?
Eu te quebro a cara é agora – reagiu a interrogada.
E lá se foram as duas para o calçadão em frente ao Spazzio Verdi.
As mangueiras da Braz de Aguiar tremeram nas raízes.

E vocês sabem aquela carcaça de avião que tem numa casa próxima ao Spazzio?

Pois é.

Até a carcaça encheu-se de energia...

Há quem tenha ouvido as hélices do bicho começarem a funcionar.

O certo é que quando as duas, cada uma no seu córner imaginário, já estavam saltitando e batendo os punhos um contra o outro - à maneira dos boxeadores quando entram no ringue -, a turma do deixa-disso entrou na parada e evitou o quebra-pau.

Mas ninguém conseguiu evitar foi que o almoço terminasse antes do tempo.

E terminou mesmo. Precipitadamente.

Ainda bem que já tinham servido a sobremesa.

Do contrário, as madames iriam sair do Spazzio Verdi meio afrontadas, até mesmo sem dar aquele arrotinho básico, sufocado pelo lencinho que educadamente encobre a boca.

A expectativa é pelo novo encontro das duas brigonas.

Porque ainda ecoa, nos ouvidos de cada uma, aquele grito de guerra.

- Eu ainda te pego...!

Pega-te!

sábado, 3 de outubro de 2009

Dukibe

By Kibe Loko

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Coragem amigo!

Familia Torres

Nenhuma palavra... Nenhuma frase vai preencher o vazio do seu coração... A tristeza que dói no fundo da sua alma e da alma da Nete...

As lágrimas que caíram e continuam a molhar o seu rosto são as testemunhas dessa dor que parece impossível curar.

Envio pensamentos de paz, de amor, de alegria para o Léo. Rezo pedindo a Deus por ele. Pelo pensamento, ele estará recebendo as nossas energias espirituais positivas.

Meu amigo, a vida não termina com a morte, mas é transformada por ela.

Força Sérgio! Força Nete!

* Sérgio Torres é meu amigo de infância, um dos melhores que eu tenho. Perdeu o filho mais velho Leonardo Torres vítima de afogamento.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Os 40 anos da foto do Abbey Road


A minha paixão pelos Beatles vem de muito tempo.
Pra mim o melhor disco deles foi o último: o Abbey Road.

O título original do projeto seria "Everest".
A capa mostraria os Beatles na frente da montanha mais alta do mundo e o ponto mais alto do planeta Terra, na cordilheira do Himalaia, no Nepal. . Mas como a capa já estava atrasada, Ringo sugeriu que seria mais fácil ir pro lado de fora do estúdio e tirar algumas fotos.




A famosa fotografia da capa do álbum foi produzida no dia 8 de agosto de 69 a partir de um storyboard feito por Paul.

O fotógrafo Ian McMillan tirou seis fotos em dez minutos com a ajuda de alguns policiais de trânsito que interditaram a movimentada Rua Abbey Road.

Paul McCartney escolheu a que achou melhor.

A foto foi objeto de rumores e teorias de que Paul estaria morto.
O "verdadeiro Paul McCartney" teria morrido no meio da década de 60. Segundo os rumores, a foto teria servido para encenar o "enterro" do verdadeiro Paul: John Lennon seria o padre (roupas brancas), Ringo Starr seria o encarregado do funeral (terno preto), Paul McCartney o cadáver (com terno e sem sapatos nos pés, como é tradição em algumas religiões) e George Harrison o coveiro (roupas de trabalho). Além disso, Paul é o único do quarteto com a passada invertida durante sua caminhada.



A "lenda" ainda é assunto para muitos beatlemaníacos.

A capa do Abbey Road virou ícone da cultura pop.


Um símbolo de uma geração.

Inspirou centenas de capas de discos



Muitos diretores de artes espalhados pelo mundo inteiro deram versões criativas e inusitadas para a capa.



Ela foi a inspiração para peças de protesto em favor do meio ambiente e até contra Israel.



Muita gente utilizou a idéia para prestar homenagens, satirizar e para promover alguma coisa.



Em pouco tempo, o lugar se tornou ponto de encontro para diversos fãs da banda que, ano após ano, tentam reproduzir a lendária foto atravessando a faixa de pedestres mais famosa do planeta.


Mas sem a ajuda de policiais para interditar o trânsito até Paul McCartney correu o risco de ser atropelado ao atravessar a movimentada rua em companhia da nova namorada.



Quinze metros mais longe, no número 3 de Abbey Road, o estúdio de gravação é a segunda etapa da peregrinação. Além dos Beatles, Fred Aster, Glenn Miller, os Pink Floyd, o Oasis e o U2 já gravaram lá. Mas as milhares de assinaturas e grafites do muro da entrada são dedicados aos Beatles.



No site do estúdio Abbey Road há até uma webcam que filma a rua durante 24 horas e transmite as imagens para o mundo todo. Clique na imagem e assista agora a movimentação.


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Volta as Aulas

sábado, 1 de agosto de 2009

Fernandes

Feito originalmente para o Diário do ABC

Pimenta nos olhos dos outros

By Sponholz
Vejam só a ironia.
O Estado de S.Paulo deu em manchete, como tinha de dar, a notícia da censura prévia que acaba de sofrer – um juiz do Distrito Federal o proibiu de publicar reportagens sobre a operação Boi Barrica da Polícia Federal que levou ao indiciamento de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado; a cada nova matéria, o jornal será multado em R$ 150 mil.
Postado por Luiz Weis

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Descuido

By Alecrin

Sinais de incoerência

O jornal O Estado de S.Paulo anuncia, em minúscula nota no primeiro caderno, que os 2.102 jovens que se inscreveram no 20º Curso Estado de Jornalismo começam neste domingo (2/8) a primeira etapa do processo de seleção, devendo até o dia 16/8 ser conhecidos os 60 pré-classificados. Mais informações podem ser obtidas no site do curso.
O leitor curioso vai até o site, pois imagina que, agora que conseguiram eliminar a obrigatoriedade do diploma específico para o exercício do jornalismo, os jornais tratarão de ampliar as fontes para seleção de seus profissionais, certo?
Errado: o Curso Estado de Jornalismo, também chamado de Escola de Focas, é só para recém-formados de faculdades de Jornalismo ou alunos do último ano ou último semestre de… Jornalismo.



Sem exclusividade
A decisão do Supremo Tribunal Federal eliminando a obrigatoriedade do diploma para exercício do jornalismo foi tomada no dia 17 de junho, ou seja, mais de quarenta dias antes do fim das inscrições para o curso do Estadão. Embora o site ainda postasse até sexta-feira (31/7) informações sobre como se inscrever, as inscrições podiam ser feitas somente até o final de junho.
Ora, se a questão do diploma era tão importante, se era um caso de defesa do amplo direito de expressão, por que o jornal não estendeu o prazo de inscrição logo após a decisão do STF, para democratizar o acesso à tão desejada profissão?
Por que não fez qualquer gesto para abrir a possibilidade de estudantes ou recém-formados em faculdades de Direito, de Economia, de Enfermagem ou de Moda participarem do processo de seleção?
Se o jornalismo não é mais exclusividade de jornalistas diplomados, como sustentar a manutenção da exclusividade diante de eventuais processos judiciais de estudantes de outras áreas impedidos de concorrer?

Direito negado
A direção do jornal pode alegar que não houve tempo para alterar as regras. Tal alegação pode ser discutida em juízo.
O jornal também pode alegar que, tratando-se de um processo de seleção para um curso privado, ninguém tem nada a ver com isso.
O jornal só não consegue explicar a incoerência de haver se empenhado tanto para acabar com a exigência do diploma de jornalismo, alegando razões tão nobres como os direitos humanos, e depois negar esse direito aos estudantes ou recém-formados de outras especialidades que querem ser chamados de jornalistas.

Luciano Martins
Comentário para o programa radiofônico do Observatório da Imprensa